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Morte em Interlagos: MP barra empresa de segurança no processo

As circunstâncias da morte, assim como a autoria do crime, seguem sob investigação

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Há 3 meses, Adalberto Amarílio foi encontrado morto na região do Autódromo (Foto: Reprodução) · Foto: IMG_0534

O Ministério Público de São Paulo (MPSP) se manifestou contra a participação de uma empresa de segurança no processo que investiga a morte do empresário Adalberto Amarílio dos Santos Júnior, morador de Aldeia da Serra, encontrado morto na região do Autódromo de Interlagos, zona sul da capital paulista. O crime, ocorrido há três meses, segue sem solução.

A promotora de Justiça Maria Carolina Viegas justificou a decisão citando “ausência de interesse e legitimidade” da empresa Esc Fonseccas Segurança para atuar no caso. A manifestação foi publicada nesta segunda-feira (1º/9).

Adalberto foi visto pela última vez com vida durante um evento de motocicletas no Autódromo de Interlagos. Seu corpo foi localizado no dia 3 de junho, dentro de um buraco em uma área em obras no kartódromo do complexo.

A principal linha de investigação do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) é de que seguranças do evento possam estar envolvidos no assassinato.

As circunstâncias da morte, assim como a autoria do crime, seguem sob investigação.