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Educacao

Alunos do Alexandrino ‘viajam o mundo’ com recursos audiovisuais e objetos internacionais

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Alunos tiveram contato com mapas, cerâmicas indígenas, livros antigos, fotografias e instrumentos de países como Argentina, Cuba, Espanha e Rússia, além de países do continente africano. (Foto: Divulgação) · Foto: jornal barueri site (2)
A professora de História, Márcia Gibin, está movimentando as aulas dos alunos dos sextos anos da Emef Alexandrino da Silveira Bueno, do Jardim Silveira. Ela montou uma sala com objetos e documentos de suas diversas viagens pelo mundo para explicar aos estudantes temas de arqueologia, meio ambiente, história, cultura e música, entre outros. Com a mostra, os alunos puderam ter contato com mapas, cerâmicas indígenas, livros antigos, fotografias e instrumentos de países como Argentina, Cuba, Espanha e Rússia, além de países do continente africano. De acordo com a professora, os estudantes “estão muito interessados e se encantaram com o livro de fotografias Gênesis, de Sebastião Salgado, e com o fóssil de um albatroz”. O estudante Natan Pinheiro de Souza, do 6º A, está animado com as aulas. “Estou adorando estudar esta matéria desta forma. A professora Márcia nos apresentou vários objetos interessantes que eu não conhecia. Gostei muito de saber mais sobre o calendário asteca e também sobre o Coliseu”, contou.rnrnApropriação do conhecimentoDurante as aulas especiais, os alunos também têm contato com músicas e vídeos. A proposta do projeto é fazer com que os estudantes aprendam a identificar culturas por intermédio de recursos orais, escritos, sonoros e visuais, além da cultura material.rnrn“São aulas como estas que fazem uma grande diferença na apropriação do conhecimento por parte dos alunos. Na sala-ambiente, a professora usa de recursos materiais para que os alunos façam comparativos sobre as diferentes formas de manifestar a história, além da estimulação sensorial por intermédio da música. É muito importante este uso de procedimentos indutivos, em que os alunos criam conceitos para alimentar os debates”, avaliou o supervisor de ensino Raimundo Júnior, o Doju.