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Barueri

Apesar de surto no Estado, Barueri não registra casos de sarampo

Apesar de surto no Estado, Barueri não registra casos de sarampo
Doses da vacina são oferecidas gratuitamente nas UBS’s da cidade (Foto: Michela Brígida/ Jornal de Barueri)
Administração paulista realiza campanha especial em município que já tiveram o diagnósticornrn O Estado de São Paulo registrou um aumento de 303% nos casos de sarampo em apenas um mês. No último boletim, divulgado pela Secretaria Estadual da Saúde em junho, 51 casos haviam sido confirmados; agora já são 206. Na quinta-feira (11), a campanha de vacinação foi estendida para mais cinco cidades da Grande São Paulo: Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Em Barueri, não foi registrado nenhum caso da doença,  de acordo com a administração municipal. Apesar de não ter o vírus circulando na cidade, a Prefeitura convoca todos os moradores que não se vacinaram contra a patologia à imunização. A dose é oferecida, gratuitamente, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS’s). A vacina que é disponibilizada é a trivalente, que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola. Para o biólogo Horácio Teles, membro do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS), uma das razões para o aumento dos casos de sarampo no país é a falta de preocupação da população em se prevenir contra a doença. “Tende ao esquecimento, à negligência. Por isso a necessidade de programas educativos permanentes de vacinação”, disse. “ O acompanhamento da cobertura, é fundamental o bom funcionamento do sistema de vigilância epidemiológica em todo o país”, acrescenta.rnrn rnrnSintomasrn Os primeiros sintomas da doença são febre alta (acima de 38,5°C), acompanhada de tosse, irritação nos olhos, congestão nasal e mal-estar intenso. Depois, aparecem manchas vermelhas no rosto que, em até três dias, chegam aos pés. E as complicações mais comuns são infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e também neurológicas. Em relação ao tratamento, não há um específico. Para as crianças acometidas pela doença, a OMS recomenda a administração de vitamina A, com a dosagem variando de acordo com o tempo de vida da criança.rnrn